Antes de sair codando, o melhor caminho é entender o que já existe.
Depois de decidir que queria criar minha própria versão de uma ferramenta de gestão de projetos, baseada no ProjectLibre, veio a dúvida: por onde eu começo?
Minha dica para quem quer contribuir com um projeto open source (ou fazer um fork com propósito) é sempre começar pelo uso real da ferramenta. Nada substitui a experiência de entender o que o software faz como usuário final.
O ProjectLibre está disponível gratuitamente no site oficial: https://www.projectlibre.com/

A instalação é direta. Você escolhe a versão para o seu sistema operacional, baixa o instalador e segue um processo padrão de instalação. Em poucos minutos, já é possível abrir o programa e começar a explorá-lo A interface, logo de cara, causa certo estranhamento. É bastante datada — lembra os softwares da década de 2000. Mas deixei de lado o julgamento estético e comecei a mergulhar nas funcionalidades. E, para minha surpresa, ele é mais poderoso do que aparenta.

O ProjectLibre traz ferramentas essenciais para gestão de projetos:
Tudo isso torna o software tecnicamente robusto, mesmo que a experiência de uso e o design deixem a desejar. Explorar a ferramenta dessa forma me deu uma boa noção de o que valia a pena manter e o que eu gostaria de transformar no meu fork. A base era promissora, mas havia muito espaço para melhorias.
Como o ProjectLibre é open source, seu código está disponível publicamente. Ele é hospedado no SourceForge, em vez de estar no GitHub, o que já indica que é um projeto que pode não estar tão alinhado com práticas mais modernas de desenvolvimento colaborativo.
Você pode acessar o repositório em: